Primeira etapa, a mochila ou necessaire - nada muito grande ou incômodo: duas toalhas, protetor solar fator 1000, chinelos, cigarro(s), garrafas d'água, dinheiro para comer ou tomar cerveja, MP3 player (sim, música para qualquer ocasião e de preferência algo atípico como Björk ou Joy Division - dizem que Ian Curtis amava calor, sol e mar), tubos de oxigênio, pés de pato, máscara de mergulho, o seu animal de estimação, spray fixador, secador de cabelos, escovas de vários tamanhos, desodorante, Chanel Nº5, um pote de babaganuj, dois engradados de cerveja, seu(s) filho(s) ou uma gestante de mau humor, um par de coturnos, um sobretudo e um par de luvas - meias são desnecessárias. Confira tudo antes de pegar o ônibus. Provavelmente a Marlene será uma ótima companhia; ela ama praia.
Segunda etapa, o ônibus: tenha em mãos pelo menos trezentos reais para sair do Centro e conseguir retornar tranqüilamente; as passagens quase não estão caras (aham), mas vale a pena garantir, pois caso você saia da praia após às 19h e não consiga mais pegar o coletivo terá que chamar um táxi. Leve também um Lexotan, ele o ajudará a esquecer que você ficará em pé por mais de uma hora - queridinho, nem sonhe, você só conseguirá sentar novamente na praia. Programe-se e saia de casa cedo - em torno de 3h - caso você queira chegar antes do meio-dia. Ao pegar o ônibus tenha em mãos: paciência para aguentar o cheiro, o calor e o povo falando alto.
Terceira etapa, a praia: Chegando ao paraíso (aham), passe o tempo que julga ser preciso ou necessário, só não esqueça que a partir das 14h o trânsito para voltar ao Centro fica caótico até a meia-noite. Evite algumas atitudes n'algumas praias - na Galheta tente não ficar nu caso você não tenha o corpo adequado, na praia Mole tente não ser tão bich.. digo, homossexual perto do Bar do Deca, no Sul da Ilha - em geral - tente não ser tão manezinho, e, pelo amor de Deus, não seja pobre e ou brasileiro no Norte da Ilha, pois dizem que já deu morte por esses motivos. Há um aviso geral em todas as praias: não acenda o seu baseado, pois geralmente as pessoas são contra isso; e caso não queira ser decapitado, nunca - eu disse NUNCA - fale mal de estrangeiros, pode ser perigoso.
Quarta etapa, a volta: Em sua maioria (exceto no Sul da Ilha), as praias contam com chuveiros e torneiras para você não ter que retornar com areia em todas as partes do seu corpo. Ao entrar no belo ônibus azulado para o Centro, seja cauteloso; tente equilibrar-se o quanto você conseguir, já que o cansaço e a falta de assentos tirará seu equilíbrio. Desça do ônibus, espere mais dois meses e entre em outro coletivo que provavelmente estará lotado. Após ouvir muitas conversas (seu MP3 não tem mais bateria), tentar dormir, fumar um cigarro, cometer suicídio... enfim, você chegará ao Centro, e se tiver sorte terá moradia nessa região. Caso contrário, você pegará mais um maldito meio de transporte e terá que ouvir a piada "passou da ponte é São José" mesmo morando no Estreito.
Última etapa, a chegada: tome um banho, descarregue seus pertences da necessaire, se alimente bem e tenha uma boa noite de sono para visitar as mais de 100 praias que oferecemos em nossa cidade.
Informou A Prefeitura da Ilha da Magia aos desavisados.
Segunda etapa, o ônibus: tenha em mãos pelo menos trezentos reais para sair do Centro e conseguir retornar tranqüilamente; as passagens quase não estão caras (aham), mas vale a pena garantir, pois caso você saia da praia após às 19h e não consiga mais pegar o coletivo terá que chamar um táxi. Leve também um Lexotan, ele o ajudará a esquecer que você ficará em pé por mais de uma hora - queridinho, nem sonhe, você só conseguirá sentar novamente na praia. Programe-se e saia de casa cedo - em torno de 3h - caso você queira chegar antes do meio-dia. Ao pegar o ônibus tenha em mãos: paciência para aguentar o cheiro, o calor e o povo falando alto.
Terceira etapa, a praia: Chegando ao paraíso (aham), passe o tempo que julga ser preciso ou necessário, só não esqueça que a partir das 14h o trânsito para voltar ao Centro fica caótico até a meia-noite. Evite algumas atitudes n'algumas praias - na Galheta tente não ficar nu caso você não tenha o corpo adequado, na praia Mole tente não ser tão bich.. digo, homossexual perto do Bar do Deca, no Sul da Ilha - em geral - tente não ser tão manezinho, e, pelo amor de Deus, não seja pobre e ou brasileiro no Norte da Ilha, pois dizem que já deu morte por esses motivos. Há um aviso geral em todas as praias: não acenda o seu baseado, pois geralmente as pessoas são contra isso; e caso não queira ser decapitado, nunca - eu disse NUNCA - fale mal de estrangeiros, pode ser perigoso.
Quarta etapa, a volta: Em sua maioria (exceto no Sul da Ilha), as praias contam com chuveiros e torneiras para você não ter que retornar com areia em todas as partes do seu corpo. Ao entrar no belo ônibus azulado para o Centro, seja cauteloso; tente equilibrar-se o quanto você conseguir, já que o cansaço e a falta de assentos tirará seu equilíbrio. Desça do ônibus, espere mais dois meses e entre em outro coletivo que provavelmente estará lotado. Após ouvir muitas conversas (seu MP3 não tem mais bateria), tentar dormir, fumar um cigarro, cometer suicídio... enfim, você chegará ao Centro, e se tiver sorte terá moradia nessa região. Caso contrário, você pegará mais um maldito meio de transporte e terá que ouvir a piada "passou da ponte é São José" mesmo morando no Estreito.
Última etapa, a chegada: tome um banho, descarregue seus pertences da necessaire, se alimente bem e tenha uma boa noite de sono para visitar as mais de 100 praias que oferecemos em nossa cidade.
Informou A Prefeitura da Ilha da Magia aos desavisados.

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