sexta-feira, 24 de abril de 2009

quem diria que fôramos um.

Depois do dia de hoje pensei que conseguiria vomitar (escrever) tudo o que gostaria. Após uma jornada chuvosa onde passei a maior parte do tempo com o coração a me dar socos, conversas desconcertantes em uma sessão de psicanálise (sexo: impossível fugir disso com Freud), pensamentos execráveis, ver a realidade distorcida, dormir e sonhar com a ex-namorada (passado distante), flambar o cérebro ouvindo música eletrônica, comer pelo menos o dobro do usual e tentar despistar o silêncio do meu apartamento com risadas sobre a vida alheia, cheguei a uma conclusão: minha inspiração está muito longe do que já foi. Maldita! O que fizeste comigo? Sinto-me roubado; devolva minha criatividade, por favor.

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